Homem diego

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Opinião impopular sobre PK e mais sobre outros meninos da base

2020.09.03 03:01 zephas3 Opinião impopular sobre PK e mais sobre outros meninos da base

Não me crucifiquem, mas....
PATRICK DE PAULA: Um cone taticamente. Felipe Melo(que eu odeio como ser humano mas é importantíssimo como jogador) fazia muito mais número no meio de campo do que o nosso menino PK. Ele vive parado no circulo central, marca até que bem na entrada da área, mas quando é pra fazer o que se espera dele com passes e enfiadas certeiras, ele toca de lado ou volta pro Weverton/Zagueiros. Fora isso, ele não da nenhuma opção de passe quando os companheiros precisam dele, fica parado com os atacantes adversários na costa dele sem nem tentar movimentar, um completo cone. Sim, foi importante no paulistão e era importantissimo na base... não sei dizer se simplesmente não ta jogando bem ou é alguma opção do Vanderlei de ele jogar assim... mas ta horrivel, péssimo, e aquele gol contra o Santos foi um chute tão sortudo quando aquele do Jumar contra a gente em 2011. Deveria ser banco e entrar quando o time tivesse ganhando.

GABRIEL MENINO: De longe um dos melhores jogadores do Palmeiras esse ano, joga bem em todas as posições que botam ele e, sim, se sacrifica um tanto na direita e poderia render muito mais no meio... mas ele tem jogado melhor na direita do q o Scarpa, o Zé Rafael e qualquer outro q eu lembre do Luxemburgo ter utilizado ali depois da pandemia. Nosso homem das bolas paradas, bate escanteio muito melhor do que o Rony, mas o Lucas Lima ainda pega melhor nela pela esquerda. O verdadeiro herói palmeirense em 2020. Titular.

WESLEY: Do pouquissimo que deu pra ver, é ousado e tenta bastante. Conseguiu criar mais do q o Rony nas vezes que entrou, tem um estilo de jogo que parece o Keno, com velocidade e dribles... não o vejo como titular mas com certeza o vejo mudando a cara de um jogo ao entrar no segundo tempo. Merece mais oportunidades.

ESTEVES: Sempre foi apenas ok na base, e realmente não merece passar na frente do Vina(que é um lateral apenas bem ok, nao entendo quando chamam ele de craque). Não sei se sairia melhor do que o Diego Barbosa, mas em um momento de ataque ou até contra times mais defensivos, poderia ser utilizado na meia esquerda facilmente, visto que ajudou bastante quando foi utilizado de ala no campeonato brasileiro sub20 de 2019(ou 2018? estou confuso qual que ele jogou bem). Merece mais oportunidades. Mas não merece passar na frente do Wesley em caso de utilização mais à frente.

GABRIEL SILVA: Em um ataque perfeito no 4-4-2 q o Luxemburgo tem pensado com o Veron pelos lados ou pelo meio, merece ser o primeiro reserva de um ataque com Luiz Adriano e Willian. Rony não tem espaço em um 442 diamante. Carece de mais tempo em campo.

ANGULO E ALAN: Emprestados, tomara que se saiam bem na Série B. Angulo nunca se sobresaiu na base então não se espera muito dele mesmo, mas o Alan cairia muito bem em qualquer esquema que o Luxemburgo tem usado.... Imagino que não tenha tido chance por falta de corpo mesmo.

É isto, dissertem.
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2019.11.06 06:33 bicto O que é o liberalismo?


O que é o liberalismo?
O que é o liberalismo? Em que medida é possível encontrar características constantes num movimento de ideias e de iniciativas práticas que se desenvolve no curso de três séculos e frequentemente apresenta, na mesma época, tendências bastante diversas?
Merquior se propõe essa questão inicial e lhe dá uma resposta afirmativa. O liberalismo não é uma expressão oca mas, dentro de suas variações de época e de escolas, mantém-se, embora em proporções diferenciadas, fiel à sustentação de quatro liberdades fundamentais. São elas: (1) liberdade (negativa) de não sofrer interferências arbitrárias; (2) liberdade (positiva) de participar nos assuntos públicos; (3) liberdade (interior) de consciência e crenças e (4) liberdade (pessoal) para o autodesenvolvimento de cada indivíduo.Essas quatro liberdades constarão sempre, ainda que em doses diferentes e, algumas vezes, de forma mais implícita do que explícita, do elenco histórico do pensamento liberal. Este, visto no seu conjunto, do século XVIII aos nossos dias, apresenta diferenciações, basicamente em função das características de cada época, no que diz respeito à maior ou menor ênfase dada a cada uma dessas quatro liberdades e no que se refere ao relacionamento entre o indivíduo, a sociedade e o Estado. Por outro lado, o pensamento liberal, também contemplado no seu conjunto, reflete as tendências predominantes nas culturas nacionais em que se desenvolve.
No que tange ao desenvolvimento histórico do liberalismo, Merquior identifica, inicialmente, um protoliberalismo, que mergulha suas raízes mais remotas na defesa medieval dos direitos e no humanismo do Renascimento.Poderia ter se referido à emergência da liberdade interior, com Sócrates e Platão, e dos direitos universais do homem, com os estoicos. Em seguida, Merquior diferencia seis principais correntes no liberalismo: o liberalismo clássico, o conservador, o novo liberalismo, o neoliberalismo, o neocontratualismo e o liberalismo sociológico.
No que concerne às escolas do pensamento liberal, influenciadas pelas características das principais culturas nacionais em que se desenvolveu, Merquior distingue três linhas. A escola inglesa, de Hobbes e Locke a Bentham e Mill, para a qual a liberdade é principalmente a independência pessoal. A escola francesa, a partir de Rousseau, para a qual a liberdade é, fundamentalmente, autogoverno. E a escola alemã que, com base em Humboldt, encontra a essência da liberdade na autorrealização pessoal.
Raízes do liberalismo
Em última análise, segundo Merquior, o cristianismo, de um modo geral e, particularmente, a Reforma e a Revolução Francesa, constituem os fundamentos a partir dos quais se desenvolve o liberalismo.
As raízes mais remotas do liberalismo podem ser encontradas no pensamento medieval, com Marcilio de Padua (1275-1343) e seu Defensor Pacis (1324) introduzindo o requisito de consentimento dos governados, para a legitimidade dos governos. Ockham (1300-1349), Francisco Suárez (1548-1617), Hugo Grotius (1583-1645) e Johann Althusius (m. 1638) são importantes precursores de muitos dos aspectos do liberalismo. Modernamente, deve-se a John Locke, com seu Second Treatise on Government (1659) a implantação das bases do pensamento liberal.
Merquior reconhece, entre os antecedentes remotos, a influência do conciliarismo eclesiástico na configuração do pensamento constitucionalista. Faltou-lhe referir, como precedentemente mencionado, o legado grego em matéria de liberdade interior, um dos fundamentos do pensamento liberal e, por outro lado, o mesmo legado grego na construção da democracia, como regime político. Haveria que acrescentar a relevante contribuição dos estoicos, precedendo o cristianismo no entendimento da dignidade universal do homem, independentemente de sua cidadania e condição social.
Sem embargo de suas raízes remotas, o liberalismo, como movimento de ideias e de práticas societais, procede da Ilustração. Esta, em última análise, levantou a problemática fundamental da relação homem-sociedade-Estado, que é, por um lado, a exigência da liberdade, tanto negativa, no sentido de não coerção, quanto positiva, no sentido da participação pública. Por outro lado, a exigência da racionalidade pública, opondo-se às modalidades populistas e clientelistas da democracia. O século XVIII oscilou, por isso, entre os direitos públicos da cidadania, enfatizados pela Revolução Francesa, e as exigências de racionalidade pública, enfatizadas pelo chamado “despotismo esclarecido” – de Frederico, o Grande ou do Marquês de Pombal – que, não tendo sido efetivamente despótico, mereceria a denominação de autoritarismo esclarecido.
Liberalismo clássico – 1780-1860
O liberalismo clássico é uma reflexão sobre as condições de formação e de legitimidade do Estado e uma defesa das liberdades negativa e positiva, ante o governo e no âmbito do Estado. Hobbes sustenta que a preservação da incolumidade das pessoas e de seus direitos básicos conduz à delegação de todo o poder ao príncipe, como administrador desses valores. Locke contrapõe, no contrato social básico, a exigência do consentimento dos governados, como condição de legitimidade do poder.
Os whigs, primeiro partido organizado de tendência liberal, incorporam as exigências de consentimento, de Locke, moderando-as com algo de Hobbes, na preservação da autoridade do príncipe.
O liberalismo clássico produzirá um brilhante elenco de pensadores: Benjamin Constant e Alexis de Tocqueville, na França; John Stuart Mill, na Inglaterra; Giuseppe Mazzini, na Itália; Alexander Herzen, na Rússia. Locke, moderadamente influente na Glorious Revolution, será decisivamente influente na formação do pensamento liberal da Independência americana.

Liberalismo conservador
Os excessos da Revolução Francesa, quer no populismo de Marat e Danton, quer no jacobismo de Robespierre e do Terror, culminando no imperialismo autoritário de Napoleão, levam o pensamento liberal de fins do século XVIII e primeira metade do XIX a uma reação conservadora. É preciso proteger a sociedade das oscilações entre um populismo irresponsável e um dogmatismo repressivo. Edmund Burke (1729-1797), com sua crítica da Revolução Francesa dá o tom do liberalismo conservador. Será seguido, na Inglaterra, por Thomas Macaulay (1800-1859), John Dalberg, barão Acton (1834-1902), Walter Bagehot (1826-1877), o grande editor do Economist desde 1861 até seu falecimento, e pelo evolucionismo social-darwinista de Herbert Spencer (1820-1903). Na França, o liberalismo conservador será introduzido por François-René de Chateaubriand (1768-1848). O liberalismo francês de tendência conservadora distinguirá, na grande revolução, seu momento positivo, 1789, do negativo, 1793. Com variantes vinculadas às vicissitudes políticas da França, são inseríveis na categoria do liberalismo conservador personalidades como Michelet (1798-1874), que apoiará o Segundo Império, Rémusat (1797-1875), que apoiará Thiers, mas manterá sua preferência por uma monarquia constitucional, Edgard Quinet (1803-1875), que sustentará um liberalismo sem reivindicações de classe, e Ernest Renan (1823-1892), que defenderá um liberalismo não democrático.
O quarto capítulo de O Liberalismo – Antigo e Moderno, que aborda o liberalismo conservador, inclui uma seção tratando de uma particular vertente desse liberalismo, sob a denominação de liberalismo de construção nacional, analisando a obra e as atividades públicas de dois eminentes pensadores argentinos: Domingo Faustino Sarmiento (1811-1888) e Juan Bautista Alberdi (1810-1884).
Sarmiento, herdeiro das preocupações da Ilustração, no tocante à compatibilização entre as liberdades negativas e positivas do cidadão e o imperativo de racionalidade pública, mostra como a condição dessa compatibilização é a universalização da educação popular, através da escola pública. Em seu clássico, Facundo, Civilización y Barbarie (1845) coloca-se decisivamente a favor daquela, contra o caudilhismo rural. Alberdi se defronta com uma Argentina invadida por imensas ondas migratórias e se preocupa em salvaguardar a nacionalidade, denegando direitos políticos aos imigrantes. Natalio Botana, citado por Merquior, define Alberdi como o Edmund Burke da imigração europeia. Sua proposta é a de uma modernização conservadora, que favorece a industrialização e o progresso, em condições que protejam a república da irracionalidade das massas e da desnacionalização dos imigrantes.
Constitui uma valiosa inovação, por parte de Merquior, ter superado o preconceito de restringir a discussão das grandes ideias públicas, ao universo euro-norte-americano, introduzindo, em sua grande obra, uma fina análise de Sarmiento e Alberdi. É de lamentar-se, por outro lado, que essa lúcida e despreconceituosa abertura não tenha incluído referências fundamentais ao liberalismo mexicano, com Benito Juárez e o liberalismo conservador-progressista de Porfirio Díaz, não tenha contemplado o liberalismo brasileiro, de Antonio Carlos de Andrade a Ruy Barbosa, nem o pensamento e a atuação chilenos, no extraordinário esforço de nation-building de Diego Portales.
O estudo do liberalismo conservador de Merquior se encerra com uma análise do pensamento alemão, vinculado à ideia do Rechtsstaat, incluindo uma penetrante discussão de Max Weber. A essa análise se seguem outras duas, abordando o pensamento de Benedetto Croce na Itália e de José Ortega y Gasset, na Espanha.
O pensamento alemão é pautado por duas grandes linhas; o conceito de Wilhelm von Humboldt sobre os limites do Estado, visto como “guarda noturno” das liberdades cívicas e o conceito de Kant sobre a autocultivação, como supremo objetivo da pessoa, requerendo apropriada tutela do Estado.
Avulta, nesse pensamento, a figura de Max Weber (1864-1920), que combina, admiravelmente, a tradição historicista germânica com as exigências, tingidas de positivismo, de uma sociologia científica. Dentro dessa perspectiva, Weber se dá conta de que o processo de modernização consiste numa expansão da racionalidade instrumental, cujo agente social é a burocracia. As sociedades modernas se defrontam, assim, com um duplo perigo: o despotismo burocrático e, na contestação a este, o do autoritarismo carismático. Para superar esse duplo risco Weber enfatiza a necessidade do parlamentarismo como forma democrático-racional de seleção de lideranças políticas.
Benedetto Croce (1866-1952) é outra figura eminente analisada por Merquior. Croce, a partir de um profundo historicismo (que resgata a figura de Giambattista Vico) sustenta um liberalismo como exigência moral, em oposição ao liberalismo econômico do utilitarismo. A grande contribuição de Croce foi a identificação, no processo histórico, de um crescimento cumulativo, embora não linear nem ininterrupto, da liberdade. Esse compromisso com a liberdade, como exigência moral, mas também como tendência evolutiva da história, levou Croce a uma consistente posição antifascista.
A análise do pensamento de Ortega (1883-1955) encerra a discussão, por Merquior, das grandes personalidades do liberalismo conservador. Ortega se defronta com exigências contraditórias. Por um lado, seu profundo liberalismo, como decorrência necessária de seu abrangente humanismo. Por outro lado, sua crítica ao homem-massa, não entendido como membro do proletariado, mas
como um tipo psicocultural, que se encontra em todas as classes sociais, consistente no homem sem ideais superiores, que se esgota na busca do bem-estar.
O liberalismo de Ortega o leva a apoiar os esforços iniciais da República e a se opor, concomitantemente, ao franquismo e ao comunismo. O elitismo psicocultural de Ortega o conduz, a meu ver, a uma modalidade própria de liberalismo conservador, que se poderia definir como uma sustentação universal das liberdades negativas e uma abordagem seletivamente meritocrática para as liberdades positivas. Escapou à análise merquioriana esse aspecto do pensamento de Ortega, que me parece extremamente relevante.
Concluindo sua magistral discussão do liberalismo de seu momento clássico ao conservador, Merquior diferencia, no processo, cinco principais expressões: (1) os direitos naturais, com Locke e Paine; (2) o humanismo cívico, de Jefferson e Mazzini; (3) o das etapas históricas, com Smith e Constant; (4) o utilitarismo, com Bentham e Mill; (5) o sociologismo histórico, com Tocqueville.
O liberalismo é um processo que parte do whiguismo, como mera demanda de liberdade religiosa e governo constitucional, para atingir a democracia. Os excessos desta preocupam os liberais conservadores, que querem moderar a democracia e se constituem em neo-whigs.
Daí resultam em três modalidades de liberalismo: (1) o idioma burkeano, de Macauley, Maine, Alberdi, Renan, Acton; (2) a linguagem darwinista, de Spencer; (3) o historicismo, com suas implicações elitistas, de Weber e de Ortega.

O novo liberalismo
Albert Dicey, citado por Merquior, observa que o reformismo legal, na Inglaterra, teve duas fases no século XIX. A primeira, de 1825 a 1870, encaminhou-se para defender e expandir a independência individual. A segunda, de 1870 em diante, teve por objetivo a justiça social.
O novo liberalismo, do fim do século passado em diante, teve um forte cunho social, tornando-se um social-liberalismo. A grande figura britânica, nessa linha de pensamento, foi Thomas Hill Green (1836-1882). A partir de um hegelianismo kantiano, Green sustenta a necessidade de, mantendo-se o princípio da liberdade, liberdade de qualquer coerção, encaminhar-se para a liberdade positiva, para assegurar a todos os homens a plenitude de seu autodesenvolvimento – a Bildung dos alemães. O objetivo da ação pública deve ser o da melhoria social. Isto significa agregar, à defesa dos direitos individuais, a exigência de igualdade de oportunidades e de uma ética comunitária. John Hobson (1854-1940) e Leonard Hobhouse (1864-1929) prosseguem na linha de Green. Hobhouse insiste na exigência de liberdade positiva. Hobson se tornará famoso com seu Imperialism, de 1902, atribuindo este à excessiva acumulação de riquezas e poupança, que passam a exigir a conquista coercitiva de novos mercados.
As ideias de Green foram mantidas e postas em prática por William Beveridge (1879-1963). A partir do Reform Club, em 1942, Beveridge elabora os “Estatutos Originários” do estado de bem-estar social britânico.O liberalismo social assumiu, na França, a forma do republicanismo. O que estava em jogo era a reconstrução das instituições depois da derrocada do Segundo Império, sem incidir no populismo da Comuna, nem no retorno ao monarquismo conservador. As ideias básicas do movimento são lançadas por Claude Nicolet em L’idée Républicaine en France, de 1870. O liberalismo social, na França, se subdivide em diversas modalidades: neogirondinos, com Quinet; neodantonistas, com Michelet e Victor Hugo; republicanos positivistas, com Jules Ferry e Gambetta, e republicanos espiritualistas, com Charles Renouvier.
O liberalismo social, na França, tomou a defesa de Dreyfus. Seus expoentes mais recentes foram Émile Durkheim (1858-1917) e Leon Duguit (1859-1925). A expressão final dessa tendência adquire, com Alain (Émile Chartier, 1868-1951) um sentido super-individualista, beirando o anarquismo. Alain será extremamente influente na formação do pensamento de Sartre, de Simone Weil e de Raymond Aron. Essa tendência, com coloração mais social, será mantida por
Albert Camus (1913-1960) em seus romances. O liberalismo social tem importantes defensores, na Itália, com Piero Gobetti (1901-1926), antifascista, numa posição de social-liberalismo idealista, baseado nas massas e Cario Roselli (1899-1937), que busca um socialismo democrático, liberado do marxismo. Na Espanha, com Salvador de Madariaga (1886-1978), dentro de uma visão organicista da democracia.
Na Alemanha, o liberalismo social se identifica com o apoio à República de Weimar. Seu mais eminente expoente será Hans Kelsen (1881-1973). Em seu trabalho de 1920 Sobre a Essência e o Valor da Democracia, o eminente jurista sustenta que a essência desta consiste na autonomia da geração da norma, em condições de pluralismo político.
Os Estados Unidos dão uma relevante contribuição ao liberalismo social com Woodrow Wilson (1856-1924) e seu programa da “New Freedom” e John Dewey (1859-1952), com sua ênfase sobre a educação.
Mais recentemente, os britânicos dão nova importante contribuição ao socialliberalismo, com Keynes (1883-1945) e o romancista George Orwell (1903-1950). Karl Popper, de tendência conservadora e perspectiva neopositivista, desenvolve, em termos antiestatistas, uma preocupação com a superação da miséria. Seu famoso dito: “minimizem a miséria, em vez de tentar maximizar a felicidade”. Dentro dessa linha, destaca-se a importância intelectual de Sir Isaiah Berlin, cujo Two Concepts of Liberty, de 1958, diferenciando a liberdade negativa da positiva, salienta o imperativo de perseguir objetivos racionais, evitando todas as formas de autoritarismo.
Neoliberalismo
Enquanto o que Merquior designa de “New Liberalism” se caracteriza pela impregnação da preocupação social no pensamento liberal, o neoliberalismo toma sentido oposto, constituindo uma dura crítica do paternalismo estatal. Von Mises (1881-1933) com seu libelo Socialismo, de 1922, denunciando os abusos da regulação social, Von Hayek (1899-1992) sustentando um liberalismo de mercado, em condições de governo mínimo, juntamente com Milton Friedman (1912-2006) e sua irrestrita defesa do mercado, marcam a linha extremamente conservadora do neoliberalismo.
O neoliberalismo retoma a temática individualista do liberalismo clássico, dentro da postura do liberalismo conservador de Burke, Macauley e Bagehot. E conhecida a grande influência exercida por essa linha de pensamento na política contemporânea, a partir de Thatcher, na Grã-Bretanha, e de Reagan, nos Estados Unidos, irradiando-se para o restante do mundo, notadamente em muitos países do Terceiro Mundo. O fato de governos economicamente neoliberais, ainda que frequentemente fundados num autoritarismo político, terem conquistado, no Sudeste Asiático e em países latino-americanos, como o Chile de Pinochet (numa orientação continuada pelo governo democrático de Patricio Aylwin) e o México, importantes êxitos econômicos, conferiu à ideologia neoliberal uma grande audiência.
Merquior analisa, com muita competência, as principais personalidades do pensamento neoliberal. É de lastimar-se que não tenha introduzido as necessárias qualificações, no tocante à diferenciação que importa fazer, entre a comprovada validade de uma economia de mercado, dinamizada pela empresa privada, como condição de boa alocação e gestão de recursos, dos aspectos puramente ideológicos do neoliberalismo, demonizando o Estado e, por conta de sua desmontagem, instaurando a lei da selva em sociedades cuja estabilização se devera aos sadios efeitos do Welfare State.
Liberalismo sociológico
O quinto e último capítulo do livro de Merquior contém duas seções finais. Uma tratando do que se poderia denominar de “liberalismo sociológico”, que consiste, fundamentalmente, numa análise crítica do pensamento de Raymond Aron e de Ralf Dahrendorf. A outra, abordando o neocontratualismo de Rawls, Nozick e Bobbio.
Em sentido estrito, não se pode falar de liberalismo sociológico em relação a Aron e a Dahrendorf. Tal denominação só teria sentido aplicada ao liberalismo de Spencer e de Durkheim. Aquele, por seu determinismo evolucionista. Este, por seu determinismo social. Aron e Dahrendorf são eminentes sociólogos e convictos liberais. Em ambos o liberalismo não decorre de postulados sociológicos ainda que, certamente, a condição de competentes sociólogos os leve a superar os aspectos meramente ideológicos de várias modalidades de liberalismo, tanto de esquerda quanto de direita.
Aron (1905-1983), tão multifacético como Merquior – que sobre este emitiu a famosa frase “ce garçon a tout lu” – sustenta um liberalismo moderadamente conservador, na relação indivíduo-sociedade-Estado, enfatizando as liberdades negativas e a relevância do mercado. Por outro lado, tem consciência da necessidade de uma prudente regulação, pelo Estado, das relações econômicas (medidas anticíclicas) e sociais (igualdade de oportunidades e proteção de setores carentes). Sua militante denúncia das falácias do comunismo e dos populismos de esquerda lhe valeram, durante largo anos, a hostilidade da maioria dos membros da intelligentzia. Sua extraordinária honestidade intelectual, sua enorme competência e excepcional lucidez acabaram lhe conquistando a admiração geral de todos os intelectuais sérios, ainda antes de o colapso do comunismo no Leste Europeu e na União Soviética confirmar, historicamente, a procedência de suas críticas.
A análise de Aron, por Merquior, se concentra, sobretudo, na sua obra histórico-sociológica e menos nas suas concepções a respeito do liberalismo, estas predominantemente veiculadas através de sua ampla contribuição ao jornalismo. Ralf Dahrendorf (1929-2009) compartilha, com Aron, a análise da sociedade industrial contemporânea e estuda os conflitos que lhe são próprios.
Particularmente importante, a esse respeito, é seu livro The Modern Social Conflict (1988). Mostra Dahrendorf como, na contemporânea sociedade industrial (tornando-se pós-industrial), os conflitos de classe, ao estilo do século XIX, foram superados por outro tipo de conflito. As diferenciações de classe ficaram extremamente reduzidas pela universalização da educação e de um estilo de classe média para, praticamente, toda a população. Formou-se, assim, um amplo estrato de assalariados, tanto de blue como de white collars. O próprio empresariado, sem embargo de seus proventos e poder decisório, decorrentes do capital, participa desse estrato como executivo das empresas. O novo conflito social, nas sociedades contemporâneas avançadas, é o conflito entre “provisões” e “titularidades”. A legislação social e os acordos sindicais conferem “titularidades”, independentemente de específicas “provisões” para atendê-las, ocasionando, assim, frequentemente, conflitos entre direitos adquiridos e meios para dar-lhes atendimento. Os atuais debates no Brasil, em torno das aposentadorias, são uma boa ilustração desta questão. Esse tipo de conflito suscita dois movimentos sociopolíticos opostos. De um lado, a classe majoritária (o amplo assalariado), com as demandas de suas titularidades. De outro lado, os “thatcheritas”, ciosos da proteção das provisões disponíveis, impondo disciplina às titularidades.
Nesse quadro, Dahrendorf, como Aron, preconizam um liberalismo radical, que assegure um sadio equilíbrio entre provisões e titularidades.

Os neocontratualistas
John Rawls (1921-2002) conquistou fama tardiamente, com seu livro ATheory of Justice (1971). Retomando a tese do contrato social, Rawls assinala que o que está realmente em jogo não é tanto a questão da legitimidade do poder, de que se ocupavam os utilitaristas, mas as regras de justiça. O contrato social de Rawls é expressamente hipotético. Trata-se de saber o que pessoas racionais contratariam se, ignorando os recursos de cada qual e o lugar que lhes fosse dado ocupar na sociedade, tivessem de estabelecer as regras de justiça. Segundo Rawls, tal situação conduziria à adoção de dois princípios: (1) cada qual deve ter igual direito ao máximo de liberdade compatível com a liberdade dos demais; (2) desigualdades sociais podem ser admitidas, sempre que beneficiem os menos favorecidos membros da sociedade. Tais posições conduzem Rawls a um social-liberalismo.
Robert Nozick (1938-2002), em seu Anarchy, State and Utopia (1974) adota posições divergentes, sustentando, também a partir de premissas neocontratualistas, a necessidade de minimização do Estado, que o inserem na linha do neoliberalismo.
Norberto Bobbio (1909-2004), uma das maiores figuras intelectuais de nosso tempo, se preocupa com o futuro da democracia e com o tipo de boa sociedade e de bom governo realisticamente realizáveis. Seu livro Estado, Governo e Sociedade (1955) é, possivelmente, o melhor compêndio contemporâneo de teoria política.
Segundo Bobbio o bom Estado deve apresentar cinco características básicas: (1) inserir-se num contexto poliárquico; (2) conter limitações de poder; (3) assegurar aos cidadãos participação na adoção de normas; (4) dispor de procedimentos democráticos para a eleição dos líderes e (5) respeitar os direitos civis e cívicos. Como Rawls, Bobbio é um social-liberal e um democrata liberal.

Esse texto é um apêndice escrito por Hélio Jaguaribe no livro O Liberalismo: Antigo e Moderno, de José Guilherme Merquior, publicado pela editora É Realizações em 2014.
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2019.07.01 00:42 KoopaTrope O Cagão Voador

Quando criança o que eu mais queria era voar.
Lembro que eu apostava comigo mesmo coisas como “se eu chegar até aquela porteira antes da pick-up eu começo a voar”, ou “se eu acertar a estilingada naquele passarinho eu que vou voar”.
Também rezava e pedia isso pra tudo o que é sobrenatural. Me recordo de rezar pai-nosso, orar pedindo proteção pra minha família e depois implorar pra Deus me fazer voar. Eu prometia que só ia usar pro bem, nunca nem contaria vantagem pros amigos.
Todo dia de manhã eu pulava da cama tentando ficar no ar. Sempre caía pesado no chão. Mas aí teve um dia que não caí, flutuei. Nadei pelo quarto, grudei no teto que nem o Homem-aranha, e fiquei dando cambalhotas no ar. Aí vi a janela aberta, aquele ceuzão azul sem nuvem nenhuma e não aguentei, saí voando. Não sei como ninguém viu. Ou se viu não entendeu o que era, porque eu tava lá em cima, bem alto mesmo. A casa dos meus pais e a cidade era miudinha lá embaixo.
No dia seguinte fui pra escola me sentindo um super herói, mas não sabia se eu podia mostrar pros colegas depois de tudo o que eu prometi. E se eu perdesse o poder quando eu contasse?
Meu melhor amigo na época era o Rafael, que a gente chamava de Bola porque ele era gordo. O Bola estava doente naquele dia, com uma febre alta que começou na primeira aula. Ele não contou pra professora porque era muito estudioso e não queria perder aula, mas estava meio tristinho, então eu resolvi mostrar pra ele meu poder. No recreio fomos num canto que ninguém podia ver e eu flutuei um pouco acima do chão, tipo até a altura do nosso joelho na época. Eu achei que ele fosse gostar mas ele saiu correndo, com cara de quem viu assombração.
Durante as aulas ele ficava me olhando, assustado. Eu via que ele tentava flutuar da carteira pelo jeito que ele levantava um pouquinho os pés e braços e esticava a coluna. Pensando hoje acho que ele ficou com inveja. Criança sempre acha que é o personagem principal da história e que o mais interessante vai acontecer com você. Chegou uma hora que ele não conseguia mexer muito o pescoço, e umas manchinhas apareceram na sua pele. Ele chamou a professora e falou que tinha que ir pra casa.
O Bola morreu naquele dia. O que ele tinha era meningite e não deu tempo nem dele chegar no hospital. Eu me culpei muito. Tinha prometido não contar pra ninguém do meu poder e quando contei ele morreu no mesmo dia. Junta isso com a paranóia que eu tive quando era adolescente, que eu pensava que o governo ia me capturar e me estudar se me descobrissem, e você entende porque eu que nunca mais contei pra ninguém. Mas já tô velho mesmo. Vou contar, foda-se. Inclusive tem um caso engraçado:
Foi nos anos 70, lá em Borda da Mata, Minas Gerais, onde eu nasci e morei toda minha vida. Tinha o lanche do Bob lá, não era Bob’s a franquia, era Bob mesmo. Vinha num pão francês daqueles do interior, do tamanho do meu antebraço, recheado com tudo que você tem direito. Frango, carne, presunto, ovo, bacon, queijo, alface, milho, tudo. E um molho de alho muito bom pra mergulhar o trem. Enfim, comi depois de uma tarde inteira de domingo no bar tomando cerveja e não me caiu bem. Quase nem consegui chegar em casa.
Cheguei já sem falar “oi” pra ninguém, correndo pro vaso. Caguei líquido mesmo. Aquelas cagadas que até arrepia quando você deixa sair, parece até que baixa a pressão. Sei que cu não tem paladar mas parecia que a merda saía azeda.
Foi a noite inteira assim, então de manhã liguei pro chefe e falei que não ia poder trabalhar.
Descansei de manhã, pra me recuperar, e lá pro meio-dia fui ajudar meu irmão no bar. A gente tinha um trato bem legal que eu cuidava da parte da sinuca e podia beber de graça.
Chamei todo mundo pra jogar aquele dia. Paulão, Diego, Jorge, Paulista, André, Paco… foi uma festa.
Já tava me sentindo melhor, né, então resolvi tomar umas cervejas. Tinha tremoço também. Ficamos até umas cinco jogando sinuca, comendo tremoço e bebendo cerveja. Vida boa demais da conta.
Aí eu senti aquela tremedeira na barriga. Soube na hora que eu tinha errado em beber. Era minha vez e eu fiquei lá, com o taco na mão, com medo de me mexer sentindo a merda já na porta. Os amigos me olhando estranho e perguntando por que eu não jogava.
Passou a vontade. Deu um remelexo no intestino, parece que o gás e a bosta meio que se ajeitaram. Falei que tava só pensando na tacada e continuei o jogo.
Mas você não vai acreditar no que eu fiz depois. O Diego convenceu o pessoal a comer no Bob, e eu fui! De novo! Porque na verdade eu sempre comia lá e só aquela vez tinha dado problema, né? Não pensei que fosse dar de novo.
Pedi o famoso X-tudo deles. Se eu fosse falar o que vem nele eu ficaria uma meia hora listando. Na primeira mordida já senti a pontada. Tive que me concentrar por uns segundos de olhos fechados até a vontade passar. Aí comi o sanduíche bem ligeiro e fui embora antes do pessoal.
Fui andando, meio que correndo, e no caminho a vontade veio com toda a força. Nunca tinha sentido aquilo na vida.
Tive que andar devagar, meio manco que nem um robô, suando. A Dona Amélia, que Deus a tenha, passou por mim na calçada e até olhou estranho. Minha cara devia tá toda enrugada de dor. Tentei sorrir e pedir bença mas não sei se deu pra disfarçar não. Ela nem respondeu, passou reto.
Não sei como, mas consegui andar mais uns dois quarteirões, até a igreja da pracinha. Ali ficou impossível segurar. Aquilo caiu no meu estômago feito uma pedra. Eu soube que não ia dar, não ia chegar em casa. Meu cu tava pulsando, implorando pra liberar aquela enxurrada ali mesmo.
Qualquer movimento e eu cagava.
Fiquei ali numa posição ridícula por uns cinco segundos, só atrasando o inevitável.
Aí que me veio a ideia. Será que eu conseguia voar até em casa sem mexer nenhum músculo?
Comecei a ir pra cima, rezando pra ninguém me ver. A pracinha ficou pequena, vi Borda da Mata quase toda lá em baixo, miudinha, e eu naquela mesma posição, me distanciando.
Aí não deu. Meu cu se recusou a me obedecer, criou vontade própria e se abriu. Consegui só abaixar a bermuda e dobrar as pernas. O jato espirrou com tanta força que até me jogou um pouco pra cima, feito um foguete.
Acho que aquilo durou uns dez segundos, juro por Deus. Um jato forte e contínuo de merda líquida. Tava tão alto que o jato de bosta se desfazia no ar na metade do caminho, como se fosse um spray, e era levado pelo vento.
Lá embaixo, quase que na cidade inteira, ia aparecendo uns pontinhos marrons, bem pequenos, separados por uns cinco metros cada um. Isso cobriu as casas, os carros, as árvores, as pessoas, tudo. Como se fosse uma garoa de merda.
Depois que acabei e me recompus, todo aliviado, desci flutuando em uma das cachoeiras de Borda da Mata, e me limpei ali. Voltei a pé pra casa.
No dia seguinte, debaixo daquele solzão, a cidade inteira cheirava a merda. As pessoas não entendiam por quê. Algumas perceberam os pontos marrons e lavaram a frente de suas casas, mas demorou uns dois dias pra passar, e até hoje tem umas casas que se você olhar bem vai ver uns pontinhos descoloridos na pintura.
Descobri depois de algum tempo que algumas pessoas viram tudo acontecer, mas graças a Deus ninguém sabe que fui eu. Quem viu não entendeu direito o que era aquilo no céu, e até hoje, em Borda da Mata, Minas Gerais, se conta o caso do Cagão Voador, ou do dia em que choveu merda.
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2017.08.27 23:23 segatic Post Match Thread: SC Braga 0 - 1 FC Porto

Bem-vindo a Post Xadas Match Thread de segatic
Primeira Liga: SC Braga 0 - 1 FC Porto
Início da Partida: 20:15
Estádio: Estádio Municipal de Braga
Arbítro: Carlos Xistra
Forma:
SC Braga: DVV
FC Porto: VVV
Homem do jogo: Matheus
Onze Iniciais
SC Braga Info FC Porto Info
1. Matheus 1. I. Casillas
87. M. Goiano 21. R. Pereira
3. L. Rosic 5. I. Marcano
36. B. Viana 28. Felipe
5. N. Sequeira 13. A. Telles
35. N. Vukčević 22. D. Pereira
27. Fransérgio 10. Ó. Torres
10. B. Xadas 17. J. Corona
9. A. Hassan 11. Marega
20. Paulinho 9. Aboubakar
26. Fábio Martins 8. Y. Brahimi
Suplentes:
SC Braga: 25. André Moreira, 47. Ricardo Esgaio, 34. Raúl Silva, 4. Jefferson, 11. Danilo Silva , 19. Nikola Stojiljkovic , 21. Ricardo Horta
Treinador: Abel Ferreira
FC Porto: 12. José Sá, 2. Maxi Pereira, 23. Diego Reyes, 25. Otávio , 16. Héctor Herrera , 20. André André , 7. Hernâni Fortes,
Treinador: Sergio Conceição
Estatísticas
SC Braga FC Porto
9 Remates 14
0 Remates no alvo 6
0 Fora de jogos 1
17 Faltas 5
4 Cantos 5
49% Posse de Bola 51%
Momentos do jogo

6' GOLO Jesus 'Tecatito' Corona, aproveitando de uma Bola Solta após do Drible de Brahimi ter falhado, levanta a bola em cima de um Defesa Bragarense e Enfia a bola no fundo das Redes

24' Amarelo para o Olíver por protestos
27' Cartão amarelo para Fransérgio
29' Unbelievable, cartão amarelo para o Xadas por travar o Brahimi
38' Cartão amarelo para o Corona
45 Começa a segunda parte
76' Remate de Alex Telles e mesmo com o Desvio de Matheus a bola bate ao poste
82' Amarelo para Sequeira após de entrada dura sobre Otávio
90 + 1 Amarelo para Danilo Pereira por Puxar o Danilo
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2017.05.01 15:13 flyren Homem abre fogo em festa de aniversรกrio e deixa morto e feridos em San Diego

Homem abre fogo em festa de aniversรกrio e deixa morto e feridos em San Diego submitted by flyren to brasil [link] [comments]


2016.04.24 20:55 ed_mota Dicionário Houaiss vai alterar o conceito de família

Postando o texto já que parece que está atrás de um paywall, o link para quem interessar está abaixo do texto.
Dicionário vai alterar o conceito de família
CLARISSA THOMÉ - O ESTADO DE S.PAULO 24 Abril 2016 03h 00 ­ Atualizado: 24 Abril 2016 12h 12
O Grande Dicionário Houaiss terá uma nova definição para a palavra ‘família’. O verbete está sendo construído com base nas contribuições dadas pelas redes sociais e vai substituir o atual, segundo o qual “família é um grupo de pessoas vivendo sob o mesmo teto (esp. o pai, a mãe e os filhos)”, entre outras acepções. A ideia é provocar a discussão em torno do tema com a aprovação em comissão especial da Câmara dos Deputados do Estatuto da Família (PL 6583/13), em setembro passado.
O texto aprovado, que ainda será votado em plenário, estabelece que família é núcleo formado por homem, mulher e seus descendentes e exclui relações homoafetivas.
A campanha #todasasfamilias foi criada pela agência de comunicação NBS. “O relatório aprovado é de um anacronismo gritante. Basta olhar a nossa volta para ver a diversidade das famílias. Então, tivemos a ideia de usar as vozes das pessoas, para que elas trouxessem seus olhares e mudassem o significado no dicionário”, afirmou o vice­presidente de criação da NBS, André Lima.
O projeto começou com um perfil no Facebook, reunindo depoimentos de famílias com diferentes formações: pai e filho, pais adotivos e suas crianças, duas mães ou dois pais e seus filhos, casal hetero que cria os netos e bisnetos.
Uma das histórias é a da publicitária Yasmin Barbosa, de 25 anos, e de sua irmã, Júlia, de 10. Um pouco antes de morrer de câncer, aos 49 anos, a mãe delas perguntou se Yasmin preferia que uma das tias assumisse a criação da caçula. Yasmin tinha 19 anos, Júlia, 4. “Eu não aceitei de jeito nenhum. Minhas tias moram em outros Estados, eu não queria que a Júlia saísse do seu ambiente familiar”, afirmou Yasmin.
Ela reconhece que o início foi difícil. Ainda fazia faculdade, saía de casa muito cedo e voltava tarde. Júlia ficava aos cuidados de uma babá. “Hoje, estamos mais adaptadas. Flui naturalmente, corrijo dever de casa, busco na escola, tenho um papel de mãe.” Os fins de semana são dedicados à irmã.
A publicitária aderiu à campanha. “O estatuto só faz com que pessoas que não se enquadram no padrão ‘pai e mãe’ se sintam ainda mais excluídas. Nossa família pode ser mais estruturada do que muitas famílias tradicionais por aí”, reagiu.
A publicitária Bianca Repsold, de 35 anos, e a jornalista Renata Ribeiro, de 39, também aderiram à campanha pela mudança de verbete no Houaiss. Juntas há 14 anos, elas são mães de Valentina, de 1 ano, gestada por Bianca. Agora é Renata que está grávida das gêmeas Ana e Nina. O pai biológico é um doador, com quem elas não têm contato. “Esse estatuto é zero ameaçador.
Todo mundo conhece alguém com núcleo familiar não tradicional”, crê Bianca. As duas escrevem o site Sweet Child of Moms, em que contam a história da chegada de Valentina e, agora, das gêmeas. Até agora, a campanha recebeu cerca de 3 mil sugestões pelo site www.todasasfamilias.com.br.
A recorrência da palavra amor é um dos aspectos que chama a atenção na campanha. Resultado que contrasta com o relatório do deputado Diego Garcia (PHS­PR), aprovado pela comissão especial. Para Garcia, o afeto “não é o elemento adequado e necessário para atribuição de deveres jurídicos em matéria de família”. “O afeto, subjetivo e individual, não poderia ser elemento apto para sustentar deveres jurídicos. Sua ausência não leva ao desaparecimento de deveres intrínsecos aos vínculos oriundos da relação familiar estabelecida na relação de casamento ou união estável entre homem e mulher, ou na relação de filiação”, escreveu. Procurado pelo Estado, o deputado não foi encontrado.
As sugestões de novos verbetes serão selecionadas e encaminhadas à equipe do Houaiss. Para o filólogo Mauro Villar, diretor do Instituto Antônio Houaiss e coautor do dicionário, a campanha é uma oportunidade “excepcional, por dar voz a milhares de pessoas, incluindo grupos cuja opinião interessa ser ouvida”. “Nos dicionários, as definições das novas palavras e das acepções novas das palavras existentes são feitas a partir do contexto em que aparecem. É um processo eficaz, mas mais ‘frio’ do que o propiciado por essa campanha”, afirmou Villar. Quando o verbete for reescrito, a alteração será feita na edição online.
Original: http://brasil.estadao.com.bnoticias/geral,dicionario-vai-alterar-o-conceito-de-familia,10000027735
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2014.08.10 19:23 fidjudisomada Match Thread: SL Benfica vs. Rio Ave FC

Supertaça Cândido de Oliveira 2014: Final
Sport Lisboa e Benfica vs. Rio Ave Futebol Clube
Horário: Domingo, 10/08/2014 - 20:45 (hora de Portugal continental)
Local: Estádio Municipal de Aveiro
Árbitro: Duarte Gomes. Árbitros assistentes: Ricardo Santos e Venâncio Tomé. Quarto árbitro: Luís Ferreira.
Avaliação de Performance:
Incidências:
120': Revisão aos objectivos:
  • Campeonato Nacional
  • Taça de Portugal
  • Supertaça Cândido de Oliveira
  • Taça da Liga
  • Liga dos Campeões
120': O SPORT LISBOA E BENFICA VENCE A SUA QUINTA SUPERTAÇA CÂNDIDO DE OLIVEIRA!
120': Enzo Perez foi eleito o melhor jogador em campo!
120': Galeria de fotos da final.
120': Vídeo: Assiste ao resumo do jogo.
120': Sport Lisboa e Benfica 0-0 (3-2, pen.) Rio Ave Futebol Clube
120': Tiago Pinto falhou! Terceira defesa de Artur! Vídeo do lance.
120': Luisão marcou! 3-2!
120': Diego Lopes falhou! Defesa de Artur! 2-2.
120': Bebé marcou! 2-2.
120': Ukra marcou. 1-2.
120': Lima marcou! 1-1.
120': Filipe Augusto marcou. 0-1.
120': Derley falhou. Defesa de Cássio! 0-0.
120': Tarantini falhou. Defesa de Artur! 0-0.
120': Estatísticas no final do jogo:
SLB Indicador RAFC
69% Posse de bola 31%
8 Oportunidades de golo 1
34 Remates 8
9 Remates à baliza 2
8 Recuperações de bola 12
12 Cantos 5
3 Foras de jogo 4
1 Cartões amarelos 5
0 Cartões vermelhos 0
19 Faltas cometidas 31
120': O árbitro Duarte Gomes apita e termina o prolongamento. Sport Lisboa e Benfica 0-0 Rio Ave Futebol Clube. O jogo vai para penáltis.
117': Falha de Artur e Jardel atira contra a barra da baliza do Benfica! Vídeo do lance.
110': Cartão amarelo para Wakaso (RAFC).
110': Cartão amarelo para Cássio (RAFC).
105': O árbitro Duarte Gomes apita e começa a segunda parte do prolongamento. Sport Lisboa e Benfica 0-0 Rio Ave Futebol Clube.
105': Substituição no SLB: sai Salvio e entra Bebé.
105': O árbitro Duarte Gomes apita e termina a primeira parte do prolongamento. Sport Lisboa e Benfica 0-0 Rio Ave Futebol Clube.
99': Substituição no SLB: sai Gaitán e entra Ola John.
92': Jardel quase marca de cabeça! Defesa incompleta de Cássio.
90': O árbitro Duarte Gomes apita e começa o prolongamento. Sport Lisboa e Benfica 0-0 Rio Ave Futebol Clube.
45+2': Estatísticas no final da segunda parte:
SLB Indicador RAFC
70% Posse de bola 30%
5 Oportunidades de golo 0
28 Remates 4
5 Remates à baliza 0
7 Recuperações de bola 11
8 Cantos 0
2 Foras de jogo 3
1 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
14 Faltas cometidas 22
90+3': O árbitro Duarte Gomes apita e termina a segunda parte. Sport Lisboa e Benfica 0-0 Rio Ave Futebol Clube. O jogo vai para prolongamento.
90+1': Cartão amarelo para Diego Lopes (RAFC)
90': Três minutos de compensação.
87': Substituição no RAFC: sai Nuno Lopes e entra Wakaso.
85': Lima remata dentro da área e a bola sai a centímetros poste!
80': Cartão amarelo para Filipe Augusto (RAFC).
79': Salvio recebe na esquerda, flete para o meio e remata forte e colocado de fora da área, mas para fora. Vídeo do lance
68': Substituição no SLB: sai Talisca e entra Derley.
64': Lima tenta a sua sorte rematando fora da área, mas o remate sai perto do poste. Vídeo do lance.
60': Estatísticas aos 60':
SLB Indicador RAFC
69% Posse de bola 31%
4 Oportunidades de golo 0
21 Remates 2
4 Remates à baliza 0
6 Recuperações de bola 9
5 Cantos 0
2 Foras de jogo 0
1 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
12 Faltas cometidas 16
56': Substituição no RAFC: sai Pedro Moreira e entra Diego Lopes.
55': Substituição no RAFC: sai Hassan (RAV) e entra Boateng.
53': Cartão amarelo para T. Pinto (RAFC)
45': O árbitro Duarte Gomes apita e recomeça o jogo. Posse de bola para o Rio Ave FC e não houve substituições.
45+2': Estatísticas ao intervalo - Recuperações de bola: Maxi 2 Cruzamentos: Salvio 5, Eliseu 2, Perez 2 Remates: Talisca 6, Lima 3, Perez 2 Remates à baliza: Talisca 2, Gaitán 1, Salvio 1 Ataques: Salvio 7, Gaitán 6, Talisca 6.
45+2': Estatísticas ao intervalo:
SLB Indicador RAFC
68% Posse de bola 32%
4 Oportunidades de golo 0
18 Remates 2
4 Remates à baliza 0
5 Recuperações de bola 7
4 Cantos 0
2 Foras de jogo 0
1 Cartões amarelos 0
0 Cartões vermelhos 0
9 Faltas cometidas 9
45+2': O árbitro Duarte Gomes apita e termina a primeira parte. Sport Lisboa e Benfica 0-0 Rio Ave Futebol Clube.
45': Artur quase "oferece" o golo ao Rio Ave! Vídeo do lance.
44': Cartão amarelo para Enzo Perez (SLB).
30': Estatísticas aos 30' - Remates: Talisca 5, Lima 3 e Salvio 2 Ataques: Salvio 6 e Nico Gaitán 4.
30': Estatísticas aos 30':
SLB Indicador RAFC
3 Oportunidades de golo 0
14 Remates 2
2 Remates à baliza 0
4 Recuperações de bola 5
2 Cantos 0
1 Foras de jogo 0
0 Cartões amarelos 0
0 Cartões vermelhos 0
7 Faltas cometidas 6
30': Enzo Perez tenta o chapéu dentro da área, mas o remate vai para fora.
24': Outro passe magistral de Gaitán, cruzamento de Eliseu e Salvio tenta dois remates dentro de área, mas são intercetados. Esteve quase! Vídeo do lance.
22': Passe magistral de Gaitán e Talisca remata já dentro da área, mas o remate vai para fora. Esteve quase! Vídeo do lance.
21': Lima tenta a sua sorte rematando fora da área, mas o remate vai para fora.
14': Eliseu remata forte e colocado de fora da área. Vídeo do lance.
10': Perigo! Maxi Pereira brilha na direita e remata fortíssimo, Cássio desviou e Talisca não consegue a converter. Vídeo do lance.
2': Primeira oportunidade para o Benfica por Luisão. Cabeceamento do capitão dentro de área intercetado pelo braço de um defensor do RAFC. Este lance surgiu na sequência de uma falta sobre Gaitán.
0': O árbitro Duarte Gomes apita e começa o Sport Lisboa e Benfica vs. Rio Ave Futebol Clube! Posse de bola para o SL Benfica.
0': Suplentes do Rio Ave FC: Éderson; Diego Lopes, Bressan, Boateng, André Vilas Boas, Roderick e Wakaso.
0': XI inicial do Rio Ave FC: Cássio; Nuno Lopes, Marcelo, Prince-Désir, Tiago Pinto; Pedro Moreira, Filipe Augusto, Tarantini; Ukra, Hassan, Del Valle.
0': Suplentes do SL Benfica: Paulo Lopes, André Almeida, Benito, César, Ola John, Jara, Bebé, Derley.
0': XI inicial do SL Benfica: Artur; Maxi, Luisão, Jardel, Eliseu; Talisca, Enzo, Ruben; Salvio, Gaitan, Lima.
0': Chegada dos Campeões ao Municipal de Aveiro!
0': Lotação esgotada no Estádio Municipal de Aveiro!
0': Apresentação do troféu.
0': O Estádio Municipal de Aveiro, o palco da final.
0': Foto: Cândido de Oliveira.
0': O homem que dá nome à Supertaça: Conheça Cândido de Oliveira.
0': Este é o primeiro jogo oficial da época 2014/15 e o primeiro de cinco troféus que o Benfica disputará: Campeonato Nacional, Taça de Portugal, Taça da Liga e Liga dos Campeões.
0': Sejam bem-vindos ao match thread da /benfica para o acompanhamento da final da Supertaça Cândido de Oliveira 2014: Sport Lisboa e Benfica vs. Rio Ave Futebol Clube.
Televisão:
Rádio:
Antevisão:
Sport Lisboa e Benfica Sub Reddit Twitter Feed Página no Facebook Perfil no G+ Canal no YouTube
XI inicial (4-3-3):
(#) Pos. Nome
1 GR Artur
14 DD Maxi
4 DC Luisão
33 DC Jardel
19 DE Eliseu
6 MC R. Amorim
30 MC A. Talisca
35 MC Perez
18 MD Salvio
10 ME Nico Gaitan
11 A Lima
Banco de suplentes:
(#) Pos. Nome
13 GR Paulo Lopes
34 DD A. Almeida
37 DC César
32 MD Bebé
15 MD John
22 A F. Jara
9 A Derley
Treinador: Jorge Jesus
Rio Ave Futebol Clube Twitter Feed Página no Facebook
XI inicial (4-3-3):
(#) Pos. Nome
1 GR Cássio
16 DD Nuno Lopes
46 DC Marcelo
3 DC Prince
15 DE T. Pinto
20 M Pedro Moreira
7 M F.Augusto
8 M Tarantini
17 A Ukra
28 A Del Valle
9 A Hassan
Banco de suplentes:
(#) Pos. Nome
93 GR Ederson
10 M Diego Lopes
25 D Roderick
14 M Vilas Boas
30 M Wakaso
11 A Bressan
13 A Boateng
Treinador: Pedro Martins
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